2 de junho de 2008

Sem-noção


Do alto de sua falta de senso, o dono da empresa pára seu novo e belíssimo carrão importado na porta da empresa e chama seus funcionários para verem. Coloca a mão nos ombros de dois deles e manda:


- É, pessoal... agora vocês vão ter que trabalhar muito mais para eu poder pagar essa belezinha...



Quem é doido de ter um chefe tão filho da puta assim?

Rapidinha 4


O lado bom de namorar uma sem-teto é que, na hora de deixar a mulher em casa, basta abrir a porta do carro e mandar ela descer...

30 de maio de 2008

Rapidinha 3


Duas notícias, uma boa e outra ruim: a boa é que o BOPE apreendeu duas toneladas de maconha na favela do Jacarezinho, no Rio.

A má é que parece que eles não estão aceitando voluntários para ajudar a queimar toda a droga apreendida... egoístas!

Se não têm pão, que comam brioches


Recado dos militares que governam(?) Mianmar aos milhares de desabrigados pelo ciclone Nargis: ao invés das barras de chocolate enviadas pela comunidade internacional ao país (e que, como tantas outras doações, ninguém sabe onde foi parar) comam... rãs. Isso mesmo, rãs. Ao invés do chocolate gringo, sejam patriotas e comam as rãs nativas. Maria Antonieta, com seu célebre "se não têm pão, que comam brioches" não teria dito coisa melhor! Ditadura é ditadura em qualquer parte do mundo. E me lembra outra célebre frase (segundo o Google, de meu ídolo frasístico Sir Winston Churchill): "a pior das democracias é preferível à melhor das ditaduras". Depois dessa, ainda ganho um décimo-quarto leitor em Mianmar...

Se isso não é engolir sapo (ou rã), o QED? não sabe o que é...

Duvidou? Notícia aqui.

Quem é doido de dar um conselho desses a pessoas que perderam tudo?

Ah, é assassino!!!


Trocadilho óbvio: agora sim, o animal está careca de saber que não deve bater pênaltis...

Aliás, animal é com sentido pejorativo, por favor: se vocês, meus 13 leitores, esqueceram que ele matou gente naquele trágico acidente porque estava dirigindo embriagado e em altíssima velocidade numa rua estreitinha, eu não esqueci. Como diz a massa: "Ah, é assassino!"

Por falar nessa pessoa(?), dizem que ia se aposentar, mas o presidente do clube que tem contrato com ele (não quero rebaixar este blog escrevendo o nome de nenhum dos dois...) fez com que ele desistisse. Ele podia nos poupar de ter que ficar vendo assassinos na televisão. Afinal, lugar de gente que mata por irresponsabilidade é na cadeia, junto com outros de sua laia, não na sala de minha casa, na tevê. Sei lá, vai que minha sobrinha assiste e acaba achando que o crime compensa... Mas parece que, apesar de o referido presidente gostar de manter ex-jogadores em atividade em seu clube, os resultados não são animadores. Dessa vez, ele não conseguiu nem chegar ao vice...

Quem é doido de deixar o animal bater pênalti? E de deixar ele dirigir? E de deixar ele solto?

28 de maio de 2008

Metendo o nariz na conversa dos outros


Dentro de um elevador nos EUA, o rapaz ia descendo feliz da vida quando o elevador pára em outro andar e duas passageiras entram na cabine. Do canto, calado, ele não teve dificuldade para perceber: brasileiras. Mas as duas nem perceberam nada, entraram e continuaram seu papo tranquilamente até que, de repente, uma delas se sai com essa:

- Faz de conta que estamos conversando, mas disfarça e repara o nariz deste rapaz americano aqui no canto... é perfeito!

- Cirurgia bem feita... nem se percebe... - concorda a outra.

Nesse ponto da conversa, o rapaz resolve entrar na conversa:

- Desculpe meter meu nariz na conversa, mas a senhora mesma já fez isso... Que bom que a senhora gostou, mas não teve cirurgia nenhuma, meu nariz é assim mesmo desde que nasci...

Desconcertadas, as mulheres ainda tentaram se explicar:

- Desculpe a indelicadeza... Mas é que você não tinha mesmo cara de brasileiro...

- Indelicadeza nenhuma... a senhora fez um elogio... mas só como conselho, se o sujeito usa camisa do Flamengo, escrito um PETROBRAS enorme na frente e atrás, como eu estou usando, geralmente ele é brasileiro...

Definitivamente, as boas (e tagarelas) senhoras podiam ter dormido sem essa...


Quem é doido de fazer um comentário desses na frente da pessoa comentada?

20 de maio de 2008

É obra que não acaba mais... nunca mais!


A Prefeitura de Salvador, seara do simpático e inoperante João Pimpão, avisa através de anúncios: "é obra que não acaba mais"!

Pela primeira vez, uma propaganda de governo que fala a verdade: afinal, a obra da orla não acaba mais, a obra do metrô não acaba mais, a obra das barracas de praia não acaba mais... e a paciência do povo? Será que também não acaba mais???

A não ser que o conceito de obra seja aquele mais antigo, quando o sujeito dizia que ia "obrar" no banheiro. Aí, sim, é obra que não acaba mais!



Quem é doido de mentir tão descaradamente para a população?

14 de maio de 2008

Rapidinha 2

Na China, a maior dificuldade (além de manter acesa a tocha olímpica) com o terremoto tem sido identificar as vítimas. Como eles são todos iguais, há casos em que a família já chorava um morto quando descobre que ele está vivo...

Rapidinha 1

Está descartada a hipótese de epidemia de dengue na Bahia: é que como a moleza no corpo é um dos sintomas, o povo anda confundindo as coisas. Nos postos de saúde perguntam logo se tem mais algum sintoma ou é só moleza. Se for só moleza, pode ir pra casa que está normal...

Ex-estrábico

Ontem, durante minha cirurgia para correção do estrabismo (acabou a desculpa para poder olhar as bundas na praia sem tomar beliscão da namorada...), eu não perdi o senso de humor e contei, segundo minha médica, várias piadinhas mesmo durante anestesia. E quando ela teve dificuldade em encontrar um dos músculos e perguntou à enfermeira "E agora, onde está Wally?", eu não perdi tempo:

- Se sumiu, deve ser culpa de alguém em Brasília que roubou...

Pode-se anestesiar meu olho, mas não minha consciência...

Em tempo, aviso a meus 13 leitores que correu tudo bem e estou em franca recuperação.


Quem é doido de contar piadas mesmo sob anestesia?

23 de abril de 2008

A pão-dura


Animadíssimo, um grupo de mineiros passava uns dias em Trancoso, na era pré-mansões, nos idos tempos tempos pré-Nizan Guanaes, quando Trancoso ainda era uma praia e não um balneário de ricos e famosos digno de uma dessas merdas de tablóides de celebridades (desculpem meus 13 leitores, vocês sabem que eu não costumo baixar o nível, mas nessas coisas que o povo insiste em chamar de revista eu não sei quem é pior: quem faz a "revista" ou quem compra...). Mas enfim, lá estavam eles, instalados numa casinha (ainda tinha casinhas naquele tempo...) onde saíam para a varanda e viam o tempo passar. Numa dessas saídas à varanda, viram passar mais do que o tempo: peladíssima, lá vinha a Elba Ramalho andando pela praia, quase como quando veio ao mundo: quase porque vestia apenas uma correntinha de ouro em volta da cintura. Desnecessário dizer que a Elba nua foi o assunto do dia. Mas eis que, no dia seguinte, lá estão eles varanda outra vez quando vem a Elba de novo, igualzinha à véspera. Um dos mineiros não resistiu:


- Pô, que mulher pão-dura... fica repetindo roupa...



Quem é doido de perder uma piada dessas?


7 de março de 2008

Gira mundo, mundo gira


O QED? conta o que está acontecendo neste mundo doido:

Em Tóquio, um homem de 39 anos foi detido por ter se vestido de mulher e tentado entrar em uma escola feminina para assistir aulas e confraternizar. Não ficou claro se ele tentou compartilhar o banheiro com as novas “colegas”, mas parece que o disfarce de Tetsunori Nanpei não durou nem dois segundos. Assim que entrou na escola, as meninas começaram a gritar e o japa gatuno foi rapidinho em cana. Engraçadinho, disse que comprou as roupas pela internet e queria apenas fazer um teste para ver se eram convincentes. Sei...

Já na Noruega, Barbora Skrlova (não tente falar isso sem um alongamento de língua, pode gerar uma contusão séria), uma cidadã tcheca (esses nomes cheios de consoantes e sem vogais não deixam dúvidas quanto à origem...) de 33 anos, se passou por menino e, ao contrário do japonês, se deu bem durante quatro meses, frequentando uma escola. A diretora da escola, Ingjerd Eriksen (só fale se já tiver feito o alongamento) declarou que achava o “menino” estranho, mas que, nessa idade, qual adolescente não é? Ademais, declarou que adolescentes nessa idade podem ser tanto masculinos quanto femininos... eu, hein? Essa Noruega deve ser uma terra de adolescentes muito, muito estranhos...

Na Alemanha, uma boa e uma má notícia: a boa é que de lá sairá o primeiro vôo nudista da História, com todo mundo peladão a bordo. Pede-se apenas que os passageiros compareçam vestidos ao embarque e vistam-se antes do desembarque. A má notícia é que, devido a medidas de segurança e a regulamentos internacionais, a tripulação, aeromoças (infelizmente) incluídas, terá de ficar vestida o tempo todo. Nada é perfeito... a não ser os perfeitos idiotas, claro (obrigado, Millôr...).

Em Varsóvia, na Polônia, a procuradoria, aparentemente sem ter nada mais importante para fazer, decidiu que não é injúria chamar sua excelência, o presidente Lech Kaczynski (já sabe, né? Sem alongamento lingual, nem tente...), de “estúpido”.
Então... Estúpido!!!

Aliás, dizem que um polonês, quando foi fazer exame de vista no DETRAN, foi questionado pelo funcionário do departamento médico se conseguia ler "C Z W I X N O S T A C Z" no quadro. O polonês, na lata, disse “Ler? Tá de sacanagem? Eu conheço esse cara!”

Na Suécia (tinha que ser na Suécia!!!) o esquadrão anti-bombas foi chamado para desarmar um... vibrador. O objeto estava dentro de uma caixa que foi enviada pelo correio e começou a vibrar durante a viagem. O zelador do prédio em Gotemborg que recebeu o pacote (no bom sentido, claro...) achou aquela vibração estranha e chamou o esquadrão. Parece que ele queria que apenas trocassem as pilhas...

Em Guadalupe, México, o pequeno Diego teve uma idéia sensacional para não ter que sair da cama e ir à escola: colou a própria mão à cabeceira da cama. Depois de mais duas horas de tentativas e do uso de um poderoso solvente, o menino foi solto. Já era tarde para a escola, mas ele não escapou de levar uma lição dos pais...

Enfim, só mais um dia no mundo mundial...



Quem é doido de não achar esse mundo uma comédia?

Cuma de novo?



Perguntado sobre sua já bastante adiada e, na opinião deste blog, já tardia aposentadoria, Burrinho Barrichello respondeu, literalmente: "Acho que tenho pelo menos mais dois anos em mim".

Explica muita, mas muita coisa mesmo...

Aliás, parece que ele ia se aposentar primeiro, mas a Ferrari mandou ele deixar o Schumacher passar na frente...

Quem é doido de ter dois anos em si?

5 de março de 2008

Cuma?


Deu (lá ele!) no UOL, ainda agorinha:


"Mulher é baleada na região dos Jardins"


Perguntar não ofende: onde foi o tiro, mesmo???



Quem é doido de levar um tiro na região... dos jardins?

A origem da dívida... e a dúvida sobre sua origem

Li este texto pela primeira vez há um bom tempo, provavelmente por volta de 2000 e, terceiro-mundista que sou, adorei. Difícil não concordar. Apesar disso, duvidei sinceramente da existência de tal cacique e, principalmente, que o protocolo fosse quebrado dessa forma em um encontro de chefes de estado. De qualquer forma, deixo-o aqui para deleite dos meus 13 leitores (sem desprezo à solicitação da Dani de tornar-se minha 14a leitora, mas é que imagino que sempre tem algum deixando de ler. Afinal, paciência acaba... mas que fique a Dani avisada de que ela se inclui entre os 13, com muita propriedade e muito orgulho de minha parte em ter leitores tão seletos...!), com a sugestão de que aproveitem os links depois do texto para saber mais sobre a polêmica autoria do mesmo. E, é claro, que infernizem a vida dos europeus com ele... pelo menos dos que falam português... pena que eles não mandam PN...

O DISCURSO DO SÉCULO

Um surpreendente discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de descendência indígena, advogando o pagamento da dívida externa do seu país, o México, deixou embasbacados os principais chefes de Estado da Comunidade Européia. A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, em maio de 2002 em Madri, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e de exatidão histórica que lhes fez Guaicaípuro Cuatemoc.

“Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a ‘descobriram’ só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financista europeu me pede o pagamento — ao meu país —, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.
Consta no ‘Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais’ que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.

Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!

Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.

Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.

Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva. Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano ‘MARSHALL MONTEZUMA’, para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, e de outras conquistas da civilização.
Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça. Sobre esta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica..."


http://www.nao-til.com.br/nao-77/v-divida.htm
http://www.quatrocantos.com/lendas/110_guaicaipuro_cuatemoc.htm
http://chapundifornio.multiply.com/journal/item/25