24 de julho de 2007

Apagão


Calma, calma, meus 13 leitores: não se trata de aeroporto ou de usina hidrelétrica. Trata-se apenas da chama da pira pan-americana que, ao que tudo indica, apagou. É, é isso mesmo: apagou. Veja a foto! O comitê (des)organizador disse que ela estava ligada, sim, só que estava no mínimo. Sei...Chama com controle de altura... Já deviam estar imaginando o churrasquinho de depois quando pensaram nisso. Podiam ter criado a primeira chama Pan-americana de seis bocas da história, com forno auto-limpante e acendimento automático, o que pouparia aquele cansativo revezamento para conduzir a tal da tocha. Depois do Pan, poderia até ser vendida a uma cozinha industrial.
Vamos fazer o seguinte: a gente arruma as malas, vai indo nessa e o último a sair apaga a luz, porque depois de querer organizar um Pan e não ter competência nem pra manter acesa a pira, símbolo máximo do evento, só resta buscar as célebres palavras do Bruno Amado, ex-colega dos tempos de colégio: “Fudeu Maria Preá!”. Vamos decretar falência e nos mandar...

Quem é doido de não conseguir nem manter acesa a chama do Pan?

23 de julho de 2007

Ah, vai cagar!

Na minha janelinha para o mundo, a máquina de fazer doido, tenho visto cada vez mais comerciais que prometem fazer você ir ao banheiro, fazer seu intestino funcionar, etc. O que são meros eufemismos para dizer que você vai, no bom português, cagar! Ora, dirão meus 13 leitores, cagar? Sim, isso mesmo, atualmente há uma leva de produtos que vão de comprimidos a iogurtes prometendo fazer com que você desempenhe com desenvoltura as suas funções fisiológicas (pensei em ser fino, mas não resisto a comentar que esse é um excelente eufemismo para... cagar... adeus, finesse!). Aí, novamente dirão meus 13 leitores: mas isso não é o normal? Sei lá, também pensei que era, mas vejo que devo estar enganado. Pelo visto, defecar, cagar, soltar um barro, passar um fax, fazer um download, arriar, adubar a terra, fazer cocô ou como quer que você chame, é a exceção, não a regra. Para poder ir ao banheiro, as pessoas já lançam mão de produtos industrializados e, daqui a pouco, acabaremos por ter testes antidoping para saber se o “desempenho” da pessoa é natural ou estimulado por substâncias proibidas. Mas acho que isso é necessário. É preciso que o brasileiro volte a poder cagar normalmente. Todos, sem exceção. E, uma vez que estejamos todos novamente cagando bem e normalmente, poderemos então escrever ao nosso presidente e pedir a ele que pare de fazer isso por todos e comece a governar o país. Que parem as cagadas em cima de cagadas que ele vem fazendo e comece a resolver os problemas do País. Porque para fazer cagadas não é preciso mais que um iogurte ou comprimido. Para ser Presidente do Brasil, sim!

Mais um post da séria série que eu não ouso ilustrar...

Quem é doido de não achar que este (des)governo está demais?

Mão santa, boca suja


O colunista de Veja André Petry fala, na sua coluna desta semana, de Oscar Schmidt, grande jogador de basquete, o nosso “mão santa” que tantas alegrias deu ao esporte brasileiro. Em suma, horroriza-se com o fato de Oscar, como torcedor neste Pan, não possuir as mesmas qualidades de esportista que o fizeram famoso em Pans de outrora, torcendo para o insucesso dos adversários quase tanto quanto pelo sucesso verde-amarelo, como, por exemplo, gritando às ginastas chilenas “Vai cair, Chile!”.
Apesar de também concordar que a atitude é anti-desportiva, indigna até, não vejo tantos motivos para se assustar com isso desde que vi uma entrevista do Oscar dizendo que faz questão de viajar para o exterior todo ano e de ir sempre para a Disney, já devia ter ido umas vinte vezes recentemente. Fala sério, André, como é que você espera atitude diferente de um cara que só viaja para a Disney? Era de se esperar que ele aprendesse alguma coisa com o Pateta durante essas visitas...

Quem é doido de viajar vinte vezes para o exterior, todas para a Disney?

Entrega expressa


Cobrando de meu compadre Paulo Nikolaus Lauda o envio de um regalo há muito prometido, um boné da Bridgestone (que poderia fazer um depósito em minha conta em troca deste merchandising espontâneo...), recebo do dito-cujo a seguinte resposta:

"Não se preocupe, já enviei pela TAM Express".

Confesso que fiquei sem saber se é verdade ou se era uma maneira sutil de me dizer que não receberei mais o mimo...

Vamos esperar pra saber.

Quem é doido de não se preocupar com sua encomenda na TAM Express?

19 de julho de 2007

Velhinha

Cumprindo meu dever de contador de histórias para minha adorável sobrinha, Letícia, deixei que ela escolhesse as histórias que queria ouvir. Como de hábito, ela fez questão de pegar TODOS os livros e trazer. Quando finalmente chegou com a última leva deles, fez cara de cansada e me disse, com a mão na cintura:

- Tô ficando velha...

Sem dúvida, deve ter sentido o peso de seus dois, quase três anos. Não é fácil, não!


Quem é doido de não se divertir com essa menina?

Satisfação garantida

Vocês se lembram, meus 13 leitores, de quando eu avisei que era pra ter cuidado quando quisesse ser engraçadinho, pois podia ter outro engraçadinho do lado de lá (veja o post "Engraçadinho", de 20 de abril de 2007)? Pois é, hoje, durante visita ao prédio onde funciona uma loja/escritório da TAM em Salvador, dividi o elevador com uma de suas funcionárias. Um outro cara que estava no elevador perguntou a ela:

- E aí, está tendo mais cancelamentos ou mais mudanças de Congonhas para Guarulhos?

Olhando para o cara de cima até embaixo, a mulher faz cara de superior e larga essa:

- Nenhum dos dois, nossos passageiros continuam extremamente satisfeitos!

Não resisti e meti minha colher na conversa:

- Pelo menos os que chegam vivos ao destino, né?

Dessa vez, ela não respondeu nada... não contava com este blogueiro-engraçadinho!


Quem é doido de falar em “passageiros satisfeitos” depois de perder mais de 180 deles num acidente?

Pan-demônio


Agora sim, esse Pan começa a ter cara de Brasil! Mais de 10 funcionários da Vila Pan-Americana – pessoal da limpeza e camareiras - foram demitidos por furtos nos alojamentos dos atletas. Tênis, celulares, roupas e uniformes de competição, além de grana, é claro, foram os souvenirs preferidos pelo pessoal. Segundo a notícia, até uma torre de computador tentaram levar. Mexicanos, cubanos e os sempre vacilões americanos foram as vítimas preferenciais (quando começam a roubar cubano é porque a coisa tá feia...), embora um jamaicano e um cara de Trinidad e Tobago (como é que se chama o habitante de Trinidad e Tobago, qual é o gentílico? Trinidadense? Trinidad-tobaguense? Pois pasmem, meus 13 leitores, ele chama-se trinitino, disse-me o oráculo Google após pesquisa em que não foi fácil achar a resposta) também tenham levado um “perdeu” da galera do Pan.
Aqui pra nós, queriam o quê, marcando um evento desses logo no Rio?

Quem é doido de ainda se assustar com roubos e furtos no Rio?

18 de julho de 2007

O dia em que o Dr. Olavo desistiu de voar


Corriam os anos... os anos.. ah, sei lá, só sei que faz tempo, os aviões no Brasil ainda eram a hélice e viagens de avião ainda estavam longe, muito longe de poderem ser consideradas coisas corriqueiras. Devia ser 1940, 1950, por aí. No aeroporto da Pampulha, um jovem jornalista preparava-se para sua primeira viagem nessas grandes máquinas voadoras, com destino ao Rio de Janeiro. Pouco a pouco, a fila para embarcar no avião ia diminuindo e ele ia vendo a porta da aeronave ficar maior à medida em que ia chegando a sua vez. Uma grande angústia começava a fazer com que ele ficasse nervoso. Finalmente, quando se viu frente a frente com a comissária, naquela época ainda chamada de aeromoça, tomou uma decisão radical:

- Tó, pode ficar com esse tal cartão de embarque que eu não vou entrar nesse troço, não!

E, de fato, não embarcou. Em casa, ouviu a notícia de que o avião onde deveria estar caiu e matou todos os seus ocupantes. Tomou um medo de avião que só foi superado muitos anos depois, já na época dos Boeings, antes do apagão aéreo, com a mui nobre finalidade de conhecer Paris (para Henrique IV, Paris valia uma missa; para ele, valeu um vôo de avião...). E morreu velhinho, mais de meio século depois disso, com os dois pés bem firmes no chão. Era meu avô. Graças a este pressentimento que ele teve, hoje este blogueiro tem mãe, filha do então jovem jornalista, e pode escrever para seus 13 leitores. Lendo as histórias de alguns passageiros que escaparam de voar no fatídico avião da TAM que este insensível confesso transformou em piada no post anterior, lembrei-me que também eu devo a uma dessas coincidências o fato de estar aqui, vivo. Bendito pressentimento o seu, Vovô! Quem dera ontem todos tivessem tido um pressentimento que pudesse salvar suas vidas...

Quem é doido de não ter uma saudade danada do "doutor" Olavo, que escapou de um desastre de avião para se tornar um grande avô, grande pai e grande homem?

Pan X TAM

Se o Rio estava roubando as atenções com o Pan... São Paulo responde com o TAM.

Impressionante o que essa cidade não faz para não ser passada para trás pelo Rio...


Pronto, podem me xingar de insensível! Mas o trocadilho foi inevitável... E, entre Pan e TAM, a gente vai esquecendo (embora eu espere que não!) o Renan...

16 de julho de 2007

Informação


Grande fã do Papa João XXIII quando vivo, o sujeito não quis perder a chance de conhecer o local onde estava sepultado aquele pontífice durante sua visita ao Vaticano. Foi logo saber onde era o túmulo:

- Signore, dove é Giovanni XXIII (senhor, onde está João XXIII)?

O funcionário (italiano, claro) não titubeou:

- Giovanni XXIII? É morto, signore!

Pergunta idiota, resposta imbecil...

Quem é doido de fazer uma pergunta dessas logo a um italiano?

5 de julho de 2007

O cão e o peão


Quando chegou para um trabalho de pintura na casa de César, o pintor olhou para aquele cachorro e teve medo. Aliás, se o superlativo canzarrão fosse ilustrado no dicionário, aquele enorme fila brasileiro poderia certamente estar retratado ao lado do significado. Meio sem jeito, perguntou se o cachorro era manso. Ora, se era! O mais manso cão do mundo, brincasse com ele, passasse a mão para ver se o cachorro fazia alguma coisa. Morrendo de medo, passou. O cachorro abanava o rabo e revelava aquela atitude tão típica dos cães preguiçosos, que se deitam e deixam acariciar por quem quer que seja. Passou até a gostar do cachorro. Impressionado, perguntava como podia tamanho cão ser tão manso. Ensinado, diziam. Treinado para ser manso com todos, menos com o engraçadinho que se atrevesse a pular o muro da casa. E, quanto mais avançava a pintura da casa, mais o cachorro e o pintor se davam bem. Até que a pintura da casa chegou ao muro. Fazendo a maior festa no cachoro, o pintor sobe na sua escadinha e pinta a parte superior do muro, sob os olhares preguiçosos do amigo canino. Quando ia começar a descer a escada para pintar a parte de baixo, percebeu uma mudança de atitude no até então amigável cão. Ele rosnava e mostrava os dentes, em atitude que não deveria ser menosprezada. Lembrou-se então que o cachorro era treinado para não deixar ninguém descer do muro... e lá passou a tarde, entre tentativas de negociação com o cachorro (sem sucesso, exceto atiçar ainda mais o animal) e todo tipo de impropério contra aquele cahorro que, na verdade, era um grande burro que não percebia a diferença entre ladrão e pintor e que era amigo até pouco tempo. A longa tarde acabou com a chegada do César, que acalmou o cachorro com dois gritos e o pintor com bem mais do que dois copos de sua pinga de alambique.

Quem é doido de tentar descer do muro com o cachorro do César por perto?

28 de maio de 2007

Aviso às futuras gerações


Semana passada eu fui ao médico para retirar dois pequenos sinais que tinha na pele e que eram alvo de constante atenção de Letícia, minha sobrinha, que ficava curiosíssima de ver e mais ainda ao saber que o médico ia "abrir o tio para tirar". Adorava ouvir como isso seria feito. Até que, um belo dia, ela pergunta, apontando:

- É o sinal do tio, né?

- É, Leti. O médico vai tirar.

- Vai abrir o tio e tirar, né?

- É, Leti. Ele vai abrir o tio e vai tirar o sinal.

- Vamos pegar a faca e tirar agora?

Eu, que não sou bobo nem nada, achei melhor marcar logo a cirurgia e retirar os dois sinais antes que Leti fizesse isso.
E, cumprindo meu dever cívico, aviso aos engraçadinhos do futuro que brincar de médico com minha sobrinha pode ter consequências um tanto quanto nefastas...

Quem é doido de não ser doido com uma sobrinha dessas?

17 de maio de 2007

... outra na ferradura

Mas para não sermos injustos com os hermanos argentinos, temos que reconhecer-lhes os méritos, até para que este blogueiro não se torne alvo de atentados de grupos organizados de argentinos vingativos: em literatura, vinhos, carnes e futebol de clubes (DE CLUBES!) eles são, inegavelmente, mais entendidos que nós (no futebol de clubes, estamos encurtando a distância, mas só nisso). Além de serem também celeiro de lindíssimas mulheres, mas nisso não são melhores que nós, no máximo são tão bons quanto. E também de serem a pátria de uns caras bacanas que aparecem de vez em quando, como o general Augustín Justo, ex-presidente argentino, que, desolado com a posição francamente pró-nazista de seu país durante a II Guerra Mundial (a Argentina, declarou guerra à Alemanha nazista apenas dois dias antes dela se render formalmente... assim, até eu!) e sabendo que o Brasil declarara guerra à Alemanha, à Itália e ao Japão, escreveu ao governo brasileiro, declarando que, na condição de general honorário do Exército Brasileiro, colocava sua espada à disposição do Brasil, fato que aprendi esta tarde, durante leitura de "A FEB por um Soldado", de Joaquim Xavier da Silveira (recomendo!). A César o que é de César! Paz, hermanos!

Quem é doido de não reconhecer que também tem coisas muito boas na Argentina?

Uma no cravo...


O príncipe Harry, filho do orelhudo do Charles e da Diana, sempre mereceu a admiração do QED?. Primeiro, por ser a ovelha negra da família. E o QED? tem uma especial predileção pelas ovelhas negras. Depois, porque, por ser o segundo de sua geração na linha de sucessão (ele é o terceiro no geral, depois do pai e do irmão William), pode fazer e dizer coisas que seu irmão, por força do cargo, não pode. E é lógico que a ovelha negra não ia fazer como o resto da família e se alistar na marinha britânica. Harry preferiu o exército. Como tenente do Real Exército Britânico, ele comanda um esquadrão de tanques de reconhecimento, o que, para os que não sabem, o transforma no primeiro a ir para a linha de frente em uma batalha, justamente para fazer o reconhecimento do terreno e do inimigo. Em virtude de tão alarmante possibilidade, o Estado-Maior resolveu que seria um risco excessivo mandar Harry para o Iraque, como estava programado, que seria perigoso demais. O príncipe fica na Inglaterra.

Me lembrei, então, das imagens de seu tio, o príncipe Andrew, que, durante a Guerra das Malvinas (que, na verdade, são as Ilhas Falklands, já que cabe ao dono batizar a terra...) pilotou um helicóptero, inclusive em missões arriscadas.

O que nos leva a concluir o seguinte: iraquiano é perigoso. Já argentino...

14 de maio de 2007

Que sinuca!!!


Um fato que talvez seja uma novidade para os meus 13 leitores é a minha grande habilidade em transformar em verdadeiro espetáculo uma simples partida de futebol. Basta para isso que eu me recuse a participar dela, o que é sempre uma grande contribuição ao bom futebol. Isso dito, para descrever as minhas habilidades na sinuca basta dizer que eu consigo ser ainda pior do que no futebol. Dá pra ter uma idéia? Pois retire um tanto de habilidade dessa idéia que deu pra ter e você estará se aproximando da verdade. Por isso, naquela distante noite, há mais de 10 anos, não era surpresa nenhuma eu estar afundando a dupla da qual fazia parte. Do outro lado, rindo muito e se gabando, estava o Valney, que havia descoberto a sinuca há pouco tempo e havia sido abençoado com um certo jeito para o esporte. Tanto que ele já havia até mesmo investido num taco particular, desmontável, de madeira nobre e acondicionado em um bonito estojo-maleta também de madeira nobre. Em suma, uma frescurada que já havia chamado a atenção dos demais jogadores do salão, tamanha a onda que o Valney tirava. Lá pelas tantas, me vendo em posição de sinuca, com a bola branca a alguns milímetros do buraco do canto e outra bola que não a da vez a bloquear-lhe a passagem, sem deixar em nenhum dos lados espaço suficiente para a passagem da branca, fez pose de campeão e declarou, em alto e bom som, sem se preocupar com a presença, ao nosso lado, de alguns transeuntes que assistiam à partida:

- Se você conseguir sair dessa sinuca, vale qualquer aposta...

Consciente de minhas habilidades, declinei da proposta:

- Vou apostar não, Valney. Se além de mau jogador eu ainda fosse burro, tava lascado...

- Pois vale o seguinte: um realzinho seu, se não conseguir sair. Se você conseguir, sei lá... digamos, eu meto este taco novo no meu cu.

E me perdoem as mais sensíveis leitoras (e algum mais sensível leitor...), mas a aposta, nesses termos, não deixa margem a floreios linguísticos. O Paulo Canelius ainda brincou:

- Que é isso, cara? Não se aposta coisa séria...

- Aposto sem medo. Essa não tem como ele acertar!

Se você, imaginativo leitor, imaginou que eu acabei por acertar a bola, está correto. Por uma dessas coisas sem explicação lógica, a bola subiu, passou por cima da branca e tocou, calmamente, na bola da vez, o que colocaria o Valney em posição terrível caso houvesse entre nós alguma intenção de fazê-lo cumprir a aposta, o que, obviamente, não era o caso, ninguém tinha a intenção de vê-lo executar a manobra proposta e nem sequer de fazê-lo cumprir a promessa em particular. Por gozação, um dos transeuntes que assistiam à cena resolveu provocar o Valney, dando-lhe uma palmadinha no ombro. Ah, mas pra quê? Achando que seria a senha para que o agarrássemos e fizéssemos com que ele cumprisse o trato, deu no sujeito um violento empurrão e saiu correndo pelo salão, deixando para trás seu novo taco, estojo, os amigos que chegaram com ele e, principalmente, a dignidade. Entrou correndo no carro e saiu às carreiras, cantando pneu. Ouvimos rapidamente a voz dele gritando "jamais!". Mas ninguém conseguiu parar de rir para explicar a ele que, embora fosse um merecido castigo pelo excesso de confiança, não seria daquela vez que ele seria obrigado a encarar um taco de sinuca de costas...

Quem é doido de fazer uma aposta desas?